Aula de Critérios de Brugada – Taquicardias de QRS largo

Aula de divulgação do ECG curso – Curso Intensivo de Eletrocardiograma

Trecho da aula de critérios de Brugada – Taquicardias de QRS largo

Mais informações sobre o curso:

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ECG 19

Galeria

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ECG realizado em uma paciente de 49 anos com queixa de dispnéia progressiva aos mínimos esforços. Está em tratamento para neoplasia pulmonar (adenocarcinoma). Dê o seu diagnóstico! Comentários Neste traçado podemos observar nitidamente no DII longo o fenômeno de alternância … Continuar lendo

PARTE 2- ECG CURSO: QUESTÕES COMENTADAS SOBRE ELETROCARDIOGRAMA 06 a 10

Aprenda eletrocardiografia com as questões comentadas sobre o tema nesta vídeo aula.

Questões comentadas 06 a 10 do curso intensivo de eletrocardiograma – ECG CURSO

Este material é destinado aos alunos que realizaram os cursos de eletrocardiograma intensivo – presencial e online.

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ECG CURSO: CURSO PRESENCIAL E INTENSIVO DE ECG EM 1 DIA!

        CURSO DE ELETROCARDIOGRAMA PRESENCIAL E INTENSIVO

– APRENDA OS PRINCIPAIS FUNDAMENTOS DO ECG NA PRÁTICA

– ENSINAREMOS COMO LAUDAR UM ELETROCARDIOGRAMA

– IDENTIFICAR AS PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NO ECG DE SUPERFÍCIE

– COMO ANALISAR UM ECG NO PRONTO SOCORRO

– UM CURSO DE DURAÇÃO DE 1 DIA INTENSIVO

– DESENVOLVIDO PARA PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE, MÉDICOS E ESTUDANTES DE MEDICINA

– ABORDAGEM EM ARRITMIAS NO PRONTO SOCORRO

Conteúdo programático do Curso       

1- Apresentação do curso e cronograma

2- A interpretação do ECG normal

3- Exercícios – 20 ECGs para laudar

4- Bloqueios de ramo

5- Exercícios – 20 ECGs para laudar

6- Bradiarritmias e Bloqueios átrio-ventriculares

7- Exercícios – 20 ECGs para laudar

8- Taquiarritmias

9- Exercícios – 20 ECGs para laudar

10- O ECG pediatrico

11- Exercícios – 20 ECGs para laudar

12- ECG miscelânea

13- Exercícios – 20 ECGs para laudar

14- Marcapasso artificial

15- Exercícios – 20 ECGs para laudar

Curso ministrado por Dr. Felipe A. O. Souza e convidados

Médico com Especialização em Clínica Médica e Cardiologia

Autor e Editor do Guia de Eletrocardiografia da UNIFESP-EPM

DIA: 02/06/2012 – SÁBADO

HORARIO: 08:00 – 18hs

LOCAL: CBBW – Auditórios na Paulista
Av. Paulista, nº 1776 – 2ºandar
Cerqueira César – São Paulo – SP

Inscrições abertas !   Vagas Limitadas !

(CLIQUE AQUI)

ECG 15

Paciente de 21 anos com história de asma desde a infância. Assintomático do ponto de vista cardiovascular

Qual o diagnóstico desse eletrocardiograma?

Clique na imagem para ampliar

Laudo final

– Ritmo sinusal com intervalo PR curto e sinais de pré excitação ventricular (provável via acessória de localização lateral esquerda)

Detalhes do ECG no vídeo abaixo

ECG 14

Criança de 2 meses de idade, com síndrome de Down, acianótica, evoluindo com insuficiência cardíaca congestiva

ECG  comentado pela Dra. Maria Suely Diógenes – Médica do serviço de Cardiologia Pediátrica – Cardiologia UNIFESP

Laudo final:

  • Ritmo sinusal, FC= 150 bpm: taquicardia sinusal fisiológica da idade.
  • Situs atrial solitus, pois a onda P é positiva em D1 e aVF e, negativa em aVR.
  • Sobrecarga atrial direita evidenciada por ondas P de morfologia apiculada e com aumento da amplitude (2,5 a 3 mm) nas derivações D2 e V1.
  • Eixo elétrico do complexo QRS entre -60º e -90º , caracterizando o bloqueio da divisão ântero-superior do ramo esquerdo (BDAS).
  • Sobrecarga biventricular com predomínio do ventrículo direito devido à presença de onda R ampla e onda T positiva na derivação V1 após o primeiro mês de vida. A sobrecarga ventricular direita é evidenciada pelo aumento da amplitude das ondas R nas derivações precordiais direitas (V1 e V2) com relação R\S maior que 1. O aumento do ventrículo esquerdo é evidenciado pela relação R\S maior que 1 nas derivações precordiais esquerdas (V5 e V6) na presença de sobrecarga direita cuja tendência, na ausência de sobrecarga esquerda, seria ter relação R\S menor que 1 nas precordiais esquerdas .

Comentários do ECG

O diagnóstico é DEFEITO DO SEPTO ATRIOVENTRICULAR TOTAL. Trata-se de cardiopatia congênita acianótica de hiperfluxo pulmonar, malformação cardíaca típica de crianças com síndrome de Down. É um defeito do coxin endocárdico embrionário que, na sua forma total, resulta em valva atrioventricular única e grande “shunt” esquerdo-direito com grande hiperfluxo pulmonar, sobrecarga volumétrica das câmaras cardíacas esquerdas e direitas, insuficiência cardíaca congestiva no final do período neonatal e hipertensão pulmonar precoce. O sinal eletrocardiográfico que orienta o diagnóstico é o BDAS, que está presente em aproximadamente 98% dos casos.

Como identificar um ressincronizador cardíaco no eletrocardiograma e no Rx de tórax

escrito por Felipe Augusto de Oliveira Souza

Uma das grandes dúvidas do médico que recebe um paciente portador de um dispositivo cardíaco em terapia intensiva é identificar o seu tipo: ressincronizador cardíaco, marcapasso uni ou bicameral e CDI – cardiodesfibrilador implantável. Este post nos fornece algumas informações sobre o paciente portador de ressincronizador cardíaco ou também denominado marcapasso biventricular. A seguir são listadas algumas indicações classe I e IIa segundo as Diretrizes Brasileiras de Dispositivos Cardíacos Eletronicos Implantáveis (DCEI) de 2007 (disponível para download)

Recomendações para implante de Ressincronizador Cardíaco

Classe I

1. Pacientes com FE ≤ 35%, ritmo sinusal, IC com CF III ou IV, apesar de tratamento farmacológico otimizado e com QRS > 150ms (NE A)

2. Pacientes com FE ≤ 35%, ritmo sinusal, IC com CF III ou IV, apesar de tratamento farmacológico otimizado, com QRS de 120 a 150ms e comprovação de dissincronismo por método de imagem – (NE A).

Classe IIa

1. Pacientes com IC em CF III ou IV, sob tratamento medicamentoso otimizado, com FE ≤ 35%, dependentes de marcapasso convencional, quando a duração do QRS for superior a 150ms ou quando houver dissincronismo documentado por método de imagem (NE B).

2. Pacientes com FE ≤ 35%, com FA permanente, IC com CF III ou IV, apesar de tratamento farmacológico otimizado e com QRS > 150ms (NE C).

3. Pacientes com FE ≤ 35%, FA permanente, IC com CF III ou IV apesar de tratamento farmacológico otimizado e com QRS de 120 a 150ms com comprovação de dissincronismo por método de imagem (NE C).

Radiografia de tórax (clique na imagem para ampliar)

Descrição do Rx (áudio):  clique no ícone abaixo para ouvir a explicação

Eletrocardiograma de ressincronizador cardíaco com estimulação biventricular (clique na imagem para ampliar)

Descrição do ECG (áudio):  clique no ícone abaixo para ouvir a explicação

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Artefatos no eletrocardiograma produzidos por corrente alternada

escrito por Felipe Augusto de Oliveira Souza

Dentre os mais diversos tipos de artefatos encontrados no eletrocardiograma encontramos um bem comum na prática diária. Os artefatos no ECG produzidos pela corrente alternada apresentam um aspecto de “reforço enegrecido” na linha de base do ECG dificultando muitas vezes a análise do ritmo cardíaco.

Artefatos de corrente elétrica alternada - 50Hz ou 60Hz

Essa alteração é causada principalmente pela interferência da rede elétrica de corrente alternada com frequência de 50Hz (corresponde a 220V) ou 60Hz (corresponde a 110V) devido a falta ou mal funcionamento do sistema de fitros do aparelho de eletrocardiograma.

Causas e soluções para este problema:

Causa: Fios elétricos  nas paredes, teto ou piso.
Solução: Mova a mesa de exame longe das paredes.

Causa: Presença de outros equipamentos elétricos na sala.                           Soluções: Desligue qualquer equipamento que possa interferir com o sinal de ECG: Camas Elétricas ;Luminárias cirúrgicas e lâmpadas fluorescentes

Causa: Aterramento inadequado do aparelho de ECG.
Soluções: 1: Verifique se a tomada que está ligado o aparelho de ECG é adequadamente aterrada. 2: Grave o  ECG na bateria (desligado da fonte de energia)

ECG 04

Paciente 60 anos deu entrada na sala de emergência queixando de palpitações há 72hs da entrada.

ECG a seguir (clique na imagem para ampliar)

Trata-se de paciente de 60 anos com quadro de palpitações e que apresenta os seguintes pontos relevantes no  laudo eletrocardiográfico:

Ritmo sinusal, por ser detectada ondas P precedendo cada complexo qRs, embora por vezes sua vizualização seja um pouco dificultosa, ela pode ser nitidamente identificada como positiva no D2 longo; Eixo elétrico do qRs em torno de zero graus; Observam-se ondas “R” alargadas e monofásicas em D1, V5 e V6,  duração superior à 0,12 s, além de ausência  de onda “q”, nessas derivações; Deslocamento do ST-T na direção oposta à maior deflexão do qRs; QS em V1 e V2, com entalhe pronunciado.

Laudo: Taquicardia sinusal, Bloqueio completo do ramo esquerdo e provável zona inativa ântero-septal.

Discussão: O termo bloqueio de ramo refere-se ao atraso na condução do estímulo elétrico de graus variáveis através do ramo esquerdo do feixe de His, produzindo alterações morfológicas e na duração dos complexos QRS. É dito completo quando este atraso excede 0,06 s.  Como o estímulo é conduzido com extrema lentidão por esse ramo, ocorrerá ativação precoce do lado direito do septo interventricular, ápice e parede livre do ventrículo direito, alterando significativamente  a sequência da despolarização ventricular e nos aspectos morfológicos dos complexos QRS, resultando nas alterações descritas no ECG citado acima.
Segundo O Estudo de Framingham, a incidência de bloqueios de ramos na população geral é de 0,6%, havendo incremento de acordo com a faixa etária. 0,4% antes dos 50 anos, 2% aos 60 anos, 2,3% aos 75 anos e 5,7% após 80 anos. Na ausência de cardiopatia estrutural, a maioria tem caráter benígno. Nos portadores de cardiopatia estrutural, o prognóstico está relacionado à etiologia implicada. No caso do paciente supracitado, o padrão do ECG com qs em V1 e V2 com entalhe importante deve ser considerada etiologia isquêmica. A presença de BRE, tanto na fase precoce quanto tadia nas síndromes coronarianas está associada a risco maior de complicações ou óbito. Na fase aguda, a mortalidade situa-se em torno de 10%. consequente ao extenso dano miocárdico e queda na fração de ejeção, o que resulta em falência de bomba, edema pulmonar e choque cardiogênico. O prognóstico é melhor naqueles que desenvolvem BCRE na fase aguda do infarto (atraso de condução caracterizado como novo), já que  bloqueio prévio ao evento isquêmico agudo já caracteriza extenso comprometimento do sistema de condução.
Dra Maria do Carmo – Médica cardiologista / Pós Graduanda do Serviço de Eletrocardiografia – UNIFESP

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Artefatos no eletrocardiograma produzidos por corrente alternada

escrito por Felipe Augusto de Oliveira Souza

Dentre os mais diversos tipos de artefatos encontrados no eletrocardiograma encontramos um bem comum na prática diária. Os artefatos no ECG produzidos pela corrente alternada apresentam um aspecto de “reforço enegrecido” na linha de base do ECG dificultando muitas vezes a análise do ritmo cardíaco.

Artefatos de corrente elétrica alternada - 50Hz ou 60Hz

Essa alteração é causada principalmente pela interferência da rede elétrica de corrente alternada com frequência de 50Hz (corresponde a 220V) ou 60Hz (corresponde a 110V) devido a falta ou mal funcionamento do sistema de fitros do aparelho de eletrocardiograma.

Causas e soluções para este problema:

Causa: Fios elétricos  nas paredes, teto ou piso.
Solução: Mova a mesa de exame longe das paredes.

Causa: Presença de outros equipamentos elétricos na sala.                           Soluções: Desligue qualquer equipamento que possa interferir com o sinal de ECG: Camas Elétricas ;Luminárias cirúrgicas e lâmpadas fluorescentes

Causa: Aterramento inadequado do aparelho de ECG.
Soluções: 1: Verifique se a tomada que está ligado o aparelho de ECG é adequadamente aterrada. 2: Grave o  ECG na bateria (desligado da fonte de energia)