CURSO INTENSIVO DE ELETROCARDIOGRAMA EM SÃO PAULO – SP 2015

CURSO DE ECG CURSO 2015

VALOR: R$ 349,90 até o dia 15 de abril
Material: Pasta personalizada, caneta, bloco de anotações, caderno de exercícios e CERTIFICADO
REGRAS:

1) Pagamento exclusivo pelo pagseguro (necessário cadastro). Sugerimos pagamento por boleto ou cartão de crédito.
(pode ser divido)

2) Sua inscrição só será garantida após efetuar o pagamento.

3) O estorno do valor no caso de desistência só será realizado até o dia 15 de abril de 2015.

4) Inscrições pelo site até o dia 15 de abril de 2015.

5) Dúvidas e sugestões: ecgcurso@gmail.com

Leia mais: http://www.ecgcurso.com/inscreva-se/

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Critérios de Sobrecarga ventricular direita

1) Eixo cardíaco desviado para a direita (> +90° – 120°)

2) Tempo de deflexão intrinsecóide aumentado em V1-V2, maior que 35ms.

3) Em V1: onda R maior que S (morfologia Rs) com amplitude da onda R maior que 7 mm ou onda S menor que 2mm

4) Em V5-V6: Onda S maior que R ou o tamanho da onda S maior que 7mm

5) Índice de Lewis (IL) igual ou menor que – 14mm

  IL= [(R1 + S3) – (R3 + S1)] ≤ 14

ECG 23

Galeria

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Paciente de 18 anos com ECG abaixo. Qual é o laudo deste eletrocardiograma? Laudo do ECG – Ritmo sinusal com BAV mobitz I (Wenckebach) : note na derivação DII a presença de aumento progressivo do intervalo PR com 2 ondas … Continuar lendo

Como identificar a onda Q patológica no eletrocardiograma ?

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Às vezes a identificação da onda Q patológica pode ser um desafio até para os cardiologistas mais experientes. Uma coisa que temos ter em mente: a célula necrosada não gera potencial de ação, logo ela não se despolariza e não … Continuar lendo

O que é a dispersão do intervalo QT e quais são as suas implicações prognósticas?

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por Dr. Felipe Augusto de O. Souza A dispersão do intervalo QT indica a existência de tempos de recuperação diferentes no miocárdio ventricular, esta variabilidade temporal na repolarização ventricular pode indicar a diminuição da excitabilidade do miócito favorecendo o aparecimento … Continuar lendo

ECG 17

ECG traçado de D2 longo de uma paciente de 23 anos com síndrome alcoólica fetal. Foi submetida à correção de Defeito do Septo Atrial forma Parcial (CIA tipo Ostium primum) e troca de valva mitral aos 13 anos, evoluindo com estenose de prótese mitral de grau
importante. Atendida no PS com este ECG:

Clique na figura para ampliar:

Laudo:

Ritmo de taquicardia atrial com condução àtrio-ventricular variável.

Comentários:

O leitor ao analisar o eletrocardiograma pode ter interpretar este ritmo como fibrilação atrial o que não estaria tão errado pelo fato do traçado em DII longo apresentar o padrão de RR irregular. Entrentanto, neste ritmo com intervalos RR irregular alguns períodos são notados uma certa regularidade do ciclo principalmente no final do traçado. Entretanto, nota-se atividade atrial maior que ventricular as vezes 2 ondas P para cada complexos QRS e as ondas P encontram-se dentro dos complexos QRS e do segmento ST. O motivo dos intervalos RR serem irregulares está ligada ao fato do nó atrio-ventricular apresentar a propriedade decremental, filtrando alguns estímulos provenientes dos átrios “deixando passar” aos ventrículos depende da refratariedade do nó AV. A taquicardia atrial é comum em pacientes com cardiopatias congênitas corrigidas ou não.

ECG 15

Paciente de 21 anos com história de asma desde a infância. Assintomático do ponto de vista cardiovascular

Qual o diagnóstico desse eletrocardiograma?

Clique na imagem para ampliar

Laudo final

– Ritmo sinusal com intervalo PR curto e sinais de pré excitação ventricular (provável via acessória de localização lateral esquerda)

Detalhes do ECG no vídeo abaixo